Hoje tive mais um flash.
Como dizer? Um daqueles momentos estranhos que me deixaram a pensar se alguma vez
seria possível acontecer o sonho que me embalou antes de
adormecer.
Esse sonho já vem de trás. Repete-se. Teimosamente.
Se tivesse tudo... dava-te tudo, amor. Dava-te pétalas vermelhas. Uma nuvem densa de pétalas vermelhas para tomarem a forma dos teus desejos. Dava-te pérolas, ouro e rubis; e a pedra filosofal para que nada te faltasse enquanto estivéssemos neste estranho mundo que é o meu. E não ficava por aqui. Com palavras mágicas abria o caminho da felicidade que toda a gente procura e que afinal pode estar numa simples troca de olhares, como acontece naqueles momentos em que nos olhamos de olhos nos olhos, tu vês o brilho intenso do meu olhar e eu digo que tens uns olhos lindos que beijo.
A felicidade, se é que existe, resume-se a momentos e, se assim é, há momentos em que ela está connosco.
E que mais falta para te dar tudo?
Deixa-me pensar. Virá sempre um pouco acrescentado ao pouco que te fui dando todos os dias. Tão pouco que já é muito no tempo que passou desde que o acaso nos uniu e que descobrimos a força que nos une, sempre em crescendo, como dizer?, de malmequer a girassol.
Os dias correm iguais no amor que damos um ao outro. Os dias correm diferentes nos laços de ternura que cada vez mais nos ligam ao mesmo destino. Mas é sempre pouco. Nunca chegará a tudo o que quero para ti. Nunca chegará este pouco que já é mais que muito e que nos traz os tais supostos momentos de felicidade. Momentos cada vez mais prolongados, mas que continuam a ser momentos.
Quando acordo, fico a pensar em ti e assim dou-te mais um pouco do muito que tenho para te dar.
O tempo corre atrás de nós, implacável, e nós estamos nele, bem vivos, nos beijos longos, nas carícias, na entrega total, nos pensamentos que não revelamos porque são mais rápidos que as palavras, nas frases iguais que nunca se gastam porque são o espelho inquebrável do nosso amor.
Por vezes acordo com a incerteza de estar a viver um sonho e se a realidade vem dele. Mas logo a dúvida se desvanece quando oiço a tua voz a dizer as palavras que nunca me canso de ouvir. É mais um dia a tirar ao resto da nossa vida.
O crepúsculo bem pode esperar. A não ser que as palavras, que tanto me encantam e não me canso de ouvir, não passem de ecos...
Esse sonho já vem de trás. Repete-se. Teimosamente.
Se tivesse tudo... dava-te tudo, amor. Dava-te pétalas vermelhas. Uma nuvem densa de pétalas vermelhas para tomarem a forma dos teus desejos. Dava-te pérolas, ouro e rubis; e a pedra filosofal para que nada te faltasse enquanto estivéssemos neste estranho mundo que é o meu. E não ficava por aqui. Com palavras mágicas abria o caminho da felicidade que toda a gente procura e que afinal pode estar numa simples troca de olhares, como acontece naqueles momentos em que nos olhamos de olhos nos olhos, tu vês o brilho intenso do meu olhar e eu digo que tens uns olhos lindos que beijo.
A felicidade, se é que existe, resume-se a momentos e, se assim é, há momentos em que ela está connosco.
E que mais falta para te dar tudo?
Deixa-me pensar. Virá sempre um pouco acrescentado ao pouco que te fui dando todos os dias. Tão pouco que já é muito no tempo que passou desde que o acaso nos uniu e que descobrimos a força que nos une, sempre em crescendo, como dizer?, de malmequer a girassol.
Os dias correm iguais no amor que damos um ao outro. Os dias correm diferentes nos laços de ternura que cada vez mais nos ligam ao mesmo destino. Mas é sempre pouco. Nunca chegará a tudo o que quero para ti. Nunca chegará este pouco que já é mais que muito e que nos traz os tais supostos momentos de felicidade. Momentos cada vez mais prolongados, mas que continuam a ser momentos.
Quando acordo, fico a pensar em ti e assim dou-te mais um pouco do muito que tenho para te dar.
O tempo corre atrás de nós, implacável, e nós estamos nele, bem vivos, nos beijos longos, nas carícias, na entrega total, nos pensamentos que não revelamos porque são mais rápidos que as palavras, nas frases iguais que nunca se gastam porque são o espelho inquebrável do nosso amor.
Por vezes acordo com a incerteza de estar a viver um sonho e se a realidade vem dele. Mas logo a dúvida se desvanece quando oiço a tua voz a dizer as palavras que nunca me canso de ouvir. É mais um dia a tirar ao resto da nossa vida.
O crepúsculo bem pode esperar. A não ser que as palavras, que tanto me encantam e não me canso de ouvir, não passem de ecos...

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